Dia da Mulher: Dez mulheres muito influentes do design no Brasil, por Marcel Verrumo e Nilbberth Silva, www.casaabril.com.br, postado em 8 de Março de 2013 http://casa.abril.com.br/materia/dia-internacional-da-mulher-10-designers-brasileiras-influentes
Obras da terra, por Ana Cecília Soares, Diário do Nordeste, Revista Siará, 3 de março de 2013. Ver matéria
O design da favela e da periferia, Folha de São Paulo, 10 de fevereiro de 2013, por Guto Requena http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gutorequena/1228155-o-design-da-favela-e-da-periferia.shtml
A Brazilian Miles Away, Financial Times, Londres, 28 de janeiro de 2013, por Maria Shollenbarger. http://howtospendit.ft.com/destinations/18531-a-brazilian-miles-away
Os bancos da diversidade, revista ABCDesign, Curitiba, edição 42, jan/ fev/ mar 2013, por Cinthia Zanotto. Ver matéria
Desde la necesidad, Pagina 12, Buenos Aires, 26 de janeiro de 2013, por Luján Cambariere.http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/m2/10-2434-2013-01-26.html
Criatividade de brasileiros quase anônimos é o assunto da mostra Design da Periferia, Artinfo, postado em 22 de janeiro de 2013, por FergsHeinzelmann. http://br.blouinartinfo.com/news/story/859342/criatividade-de-brasileiros-quase-anonimos-e-o-assunto-da
Arriba las manos, revista iF, Centro Metropolitano de Diseño, Buenos Aires, setembro de 2012, por Carolina Muzi. Ver matéria
Hotel Droog, The Cool Hunter, Australia, postado em 1º de outubro de 2012. Acesse em http://www.thecoolhunter.com.au/article/detail/2125/hotel-droog–amsterdam
Variantes y unidades, jornal Pagina 12, Buenos Aires, 27 de outubro de 2012, por Luján Cambariere. Acesse em http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/m2/10-2379-2012-10-27.html
Exposição em Amsterdã reúne 62 banquinhos de todo o Brasil, publicado em 29 de setembro de 2012, Editora Abril. Acesse em http://casa.abril.com.br/materia/exposicao-em-amsterda-reune-62-banquinhos-de-todo-o-brasil
Design + Craft, The Brazilian Path – Book Review by Irene Vermeulen, The Netherlands, publicado em 10 de outubro de 2012. Acesse em http://craftscurator.com/home/item/201-design-craft-the-brazilian-path
Matriarcado design, revista Barzon, Buenos Aires, edição nº 25, outubro de 2012. Ver matéria Ver matéria
O design nosso de cada dia, Graciliano, edição de maio/ junho 2012, por Janayna Ávila.
O novo é feito à mão, abcDesign, edição de abril de 2012, por Mariana Guimarães. Veja matéria
Redescobrindo o Brasil, O Estado de Minas, edição de 29 de julho de 2012, por Mirian Pinheiro. Veja matéria
Tecnoartesanato, Select, edição de abril/ maio de 2012, por Juliana Monachesi. Veja matéria
Drawing a new path for development, Sali Sasaki, www.salisasaki.com, publicado em 16 de abril de 2012. Veja matéria
It’s Not Just The Bags, John Thackara, The Design Observer, postado em 20 de março de 2012. Acesse em http://observersroom.designobserver.com/johnthackara/post/its-not-just-the-bags/33208/ ou em http://www.doorsofperception.com/locality-place/its-not-just-the-bags/
Dimensão simbólica do consumo, Alessandra Simões, revista Voe Trip, edição 45, de março de 2012. Ver matéria
Fazer brasileiro, Casa Claudia Luxo, edição de fevereiro de 2012, por Baba Vacaro.Veja materia
“O artesanato está vivo, em eterna transformação”, Almanaque Brasil, edição de fevereiro de 2012, por João Rocha Rodrigues.Veja materia
Irmãos de sangue, Estado de Minas, edição de 10 de fevereiro de 2012, por Walter Sebastião.Veja matéria ou acesse em http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2012/02/08/ficha_agitos/id_sessao=7&id_noticia=49314/ficha_agitos.shtml
Design a favor do artesanato, jornal O Tempo, Belo Horizonte, edição de 5 de fevereiro de 2012, por Daniel Toledo. Veja matéria
Manos brasileñas, Pagina 12, Buenos Aires, edição de 4 de fevereiro de 2012, por Luján Cambariere. Veja matéria ou acesse em http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/m2/10-2217-2012-02-07.html
Livro exibe objetos manuais em contraponto à massificação, Folha de S. Paulo, edição de 30 de janeiro de 2012, por Mara Gama. Veja matéria
Saber artesanal, revista Brasileiros, São Paulo, edição de janeiro de 2012, por Marcelo Rezende. Veja matéria
Design e transformação, Graciliano on line, Maceió, Imprensa Oficial de Alagoas, em 19.1.2012, por Janayna Ávila. Veja matéria
Entrevista à jornalista Sheena Rossiter sobre design em São Paulo para Monocle 24, novo programa de rádio da revista britânica Monocle. Edição nº 1, incluída na web em 22 de novembro de 2011. Acesse em http://monocle.dl.groovygecko.com/m24/10500006.mp3?web-download
Dizajnerski Kolonializm, texto de Anna Wojczynska na revista polonesa 2+3D. Mais informações em http://www.2plus3d.pl/. Veja matéria
Orgulho brasileiro, Revista Kaza, outubro 2011. Perfil de Adélia Borges. Veja matéria
Artesanato em ascensão, Casa Vogue Brasil, agosto 2011. Entrevista de pergunta e resposta realizada por Roberto Abolafio, três páginas. Veja matéria
Adélia Borges and Paula Dib at WDCD 2011 – Vídeo com as duas participantes brasileiras no evento What Design Can Do, realizado em Amsterdam em maio último. A entrevista foi feita pela revista e portal Design Indaba, da África do Sul. Acesse em http://www.designindaba.com/video/ad%C3%A9lia-borges-and-paula-dib-wdcd-2011
Brazilian Design Biennial 2010 Review, Icon UK, Londres, novembro 2010. Resenha crítica sobre a Bienal Brasileira de Design, uma página, assinada por Frederico Duarte. Veja matéria
Cuando el Norte está en el Sur, revista Barzón, Buenos Aires, Argentina, novembro 2010. Matéria de seis páginas de Luján Cambariere sobre a Bienal Brasileira de Design. Veja matéria
De fora para dentro, revista Kaza, São Paulo, novembro 2010, pág. 46 a 48, sobre a Bienal Brasileira de Design. Veja matéria
Visão sem fronteiras. Entrevista com Adélia Borges, revista abcDesign, Curitiba, edição de setembro, outubro, novembro 2010. Ocupa seis páginas. Veja matéria
Design brasileiro: Muito além das fronteiras, revista Dobras, nº 10, outubro 2010. Entrevista de Mônica Moura sobre a Bienal Brasileira de Design em Curitiba, e as exposições no MAM/SP, na galeria Passado Composto e no Museu da Casa Brasileira. Ocupa 14 páginas. Veja matéria
Soluções para o meio ambiente, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno2, 15 de setembro de 2010. Matéria sobre a Bienal Brasileira de Design, escrita por Evandro Fadel. Ocupa dois terços da página. Veja matéria
Útil e agradável, jornal Estado de Minas, caderno Cultura, 20 de agosto de 2010. Matéria de capa do caderno, assinada por Walter Sebastião, apresenta a Bienal Brasileira de Design a partir de entrevista com Adélia Borges. Veja matéria
Pure blend x Puras misturi, blog do Cooper Hewitt Museum, Nova York, 9 agosto de 2010. Por Cynthia Smith, curadora do Socially Responsible Design no National Design Museum. Matéria ilustrada sobre a exposição Puras Misturas, em São Paulo. Veja matéria no link: http://blog.cooperhewitt.org/2010/08/09/pure-blend-puras-misturi
Reasons not to be pretty: Symposium on design, social change and the museum, site Design Observer, New York, 3 de agosto de 2010. Julie Lasky e William Drenttel relatam encontro ocorrido na sede da Fundação Rockfeller em Bellagio, Itália, em abril de 2010, com 22 pessoas, entre curadores de design e participantes de instituições culturais e educacionais, de 11 países. Veja matéria no link: http://changeobserver.designobserver.com/entry.html?entry=14748
Adélia Borges: Gigante das formas, Jornal da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte, São Paulo, maio 2010. A jornalista Alessandra Simões entrevista Adélia Borges, nas páginas 10 e 11, sobre sua atuação como curadora, qualificando-a de principal referência e porta-voz do design brasileiro. Veja matéria
Mais arte no parque, revista Veja São Paulo, 7 de abril de 2010. Matéria de uma página sobre a história do Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira, no Parque do Ibirapuera, e a abertura da exposição Puras misturas. Veja matéria no link: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2159/pavilhao-das-culturas-brasileiras-novo-museu-no-ibirapuera
Misturar artes para entender o Brasil, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno2, 9 de abril de 2010. Assinada por Camila Molina, apresenta o novo Pavilhão das Culturas Brasileiras. Com chamada na primeira página do jornal, ocupa um terço da capa do Caderno2 e metade de uma página interna. Veja matéria
Exposição anuncia novo museu de cultura popular em SP, Folha de S. Paulo, Ilustrada, 10 de abril de 2010. Matéria aborda a exposição Puras misturas. Veja matéria
Diálogos Múltiplos, Gazeta de Alagoas, caderno B, 14 de abril de 2010. Matéria de Janayna Ávila sobre exposição Puras misturas ocupa toda a capa do caderno B. Veja matéria
Manos, jornal Página|12, caderno m2, Buenos Aires, Argentina, 17 de abril de 2010. Na capa do caderno e uma página interna (El museo da la inclusión), texto de Luján Cambariere aborda a exposição Puras misturas e o Pavilhão das Culturas Brasileiras. Veja matéria
Elas ajudam o design brasileiro a evoluir, Design Brasil, Vol. 3, Casa Claudia, páginas 90 a 92, 2009. Adélia Borges é retratada como uma das cinco mulheres brasileiras que impulsionaram o design brasileiro. Veja matéria
Nuevo diseño de Brasil, revista Arquine, México, edição 49, outoño 2009. Matéria sobre a exposição Design brasileiro hoje: Fronteiras, realizada no MAM/SP, de Luján Cambariere, ocupa dois terços de página. Veja matéria
O tempo passa, eles ficam, jornal O Estado de S. Paulo, caderno Casa&, 16 de agosto de 2009. Assinada por Marcelo Lima, matéria de duas páginas aborda exposição Ícones do design: França/Brasil. Veja matéria
A onipresença do design, Jornal do Commércio, Rio de Janeiro, 7 a 9 de agosto de 2009. Matéria assinada por Mário Russo, de uma página, trata da exposição Ícones do design: França/Brasil. Veja matéria
Cotidiano, jornal Página|12, caderno m2, Buenos Aires, Argentina, 4 de julho de 2009. Capa de caderno e duas páginas centrais, matéria de Luján Cambariere sobre a exposição Design brasileiro hoje: Fronteiras. Veja matéria
Sempre modernos, revista Kaza, julho 2009. Matéria de três páginas sobre a mostra realizada na galeria Passado Composto Século XX. Veja matéria
Ao lado do que há de melhor, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno Casa&, 3 de maio de 2009. Texto de Maria Ignez Barbosa ocupa duas páginas com um panorama da evolução do design brasileiro a partir da exposição Design brasileiro hoje: Fronteiras. Veja matéria
Mulher múltipla, jornal Estado de Minas, caderno Feminino & Masculino, Belo Horizonte, 3 de maio de 2009. Matéria de uma página, assinada por Lilian Monteiro, traz perfil de Adélia Borges. Veja matéria
A melhor fase do design brasileiro, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 7 de abril de 2009. A exposição Design brasileiro hoje: Fronteiras é tema de matéria de meia página, de Camila Molina. Veja matéria
Viagem pelo design, Folha de S. Paulo, Ilustrada, 7 de abril de 2009. Capa da Ilustrada e meia página interna, a matéria assinada por Mario Gioia é dedicada à exposição Design brasileiro hoje: Fronteiras. Veja matéria
La diversidad como naturaleza, jornal El Clarín, Buenos Aires, Argentina, 9 de setembro de 2008. Por ocasião da mostra Brasil Casa Design, realizada em Buenos Aires, a jornalista Carolina Muzzi entrevista Adélia Borges sobre design brasileiro. Veja matéria
De la diversidad al diseño, jornal El Cronista, Buenos Aires, 14 de agosto de 2008. Em uma página, entrevista com Adélia Borges por ocasião da mostra Brasil Casa Design em Buenos Aires. Veja matéria
Novo museu em prédio da Prodam, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 12 de junho de 2008. A jornalista Camila Molina assina matéria que anuncia o novo museu, que tem projeto de conteúdo coordenado por Adélia Borges. Ocupa dois terços de página. Veja matéria
União entre artesanato e design em discussão, Jornal do Comércio, caderno C, Recife, 21 de fevereiro 2008. Matéria de Olívia Mindêlo com perfil e ideias de Adélia Borges, por ocasião de palestra no Museu do Estado de Pernambuco. Veja matéria
Adélia Borges take us to Rio and beyond, blog Craft Victoria, Melbourne, Austrália, 18 de novembro de 2007. Comentários sobre palestra realizada por Adélia Borges em Melbourne. Veja matéria no site: http://craft-victoria.blogspot.com/2007/11/adlia-borges-takes-us-to-rio-and-beyond.html
Entrevista com Adélia Borges, Portal Designbrasil, 20 de junho de 2007. Longa entrevista com Adélia Borges traz um perfil de sua carreira, faz um balanço de sua gestão à frente do MCB e anuncia seus planos futuros. Veja matéria no link: http://www.designbrasil.org.br/entrevista/adelia-borges
Adélia Borges faz balanço de gestão, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno2, São Paulo, 2 de maio de 2007. Assinada por Camila Molina, matéria mostra as realizações dos quatro anos em que Adélia Borges esteve na direção do Museu da Casa Brasileira, período em que houve um aumento de 444% na visitação. Veja matéria
Design não é a cereja do bolo, jornal Gazeta de Alagoas, Casa & Estilo, Maceió, 3 de janeiro de 2007. Entrevista com Adélia Borges, feita por Janayna Ávila. Veja matéria
Batucada de las cosas de la vida, jornal Clarín, Diário de Arquitectura, Buenos Aires, Argentina, 12 de dezembro de 2006. Carolina Muzzi assina matéria de duas páginas sobre o 20º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Revelando o Santos Dumont designer, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 2 de maio de 2006. Camila Molina assina matéria de dois terços de página sobre a exposição Santos=Dumont designer. Veja matéria
Design de bancos indígenas é foco de mostra em museu, Folha de S. Paulo, Ilustrada, 13 de fevereiro de 2006. Assinada por Mario Gioia, matéria de meia página sobre a mostra Bancos indígenas: Entre a função e o rito. Veja matéria
Madeira com arte, revista Veja São Paulo, 30 de novembro de 2005. Matéria de uma página sobre a exposição e lançamento do livro de Claudia Moreira Salles. Veja matéria
Melhorar a qualidade de vida é o verdadeiro papel do design, Revista da ESPM, Edição Especial sobre Design, julhoagosto 2005. Entrevista de 13 páginas com Adélia Borges. Veja matéria
O olhar refeito, revista da TAM, fevereiro 2005. Em quatro páginas, de autoria de Alessandra Simões, a matéria aborda a gestão de Adélia Borges no Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Design anonimo sul punto vendita (Anonymous design in points of sales), Mario Botta. Revista Ottagono, Itália, outubro 2004. Ocupa 4 páginas. Veja matéria
Museu da Casa Brasileira aumenta público, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 10 de abril de 2004. Matéria de Camila Molina fala sobre a gestão no Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Novos ares para o museu, revista Kaza, São Paulo, fevereiro 2004. O jornalista Luiz Claudio Rodrigues faz, em três páginas, um balanço do primeiro ano de Adélia Borges na direção do Museu Casa Brasileira. Veja matéria
Um recorte variado do melhor design nacional, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 6 de novembro de 2003. Em dois terços de página, Maria Hirszman aborda o 17º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Prova de talento, revista ViverBem, São Paulo, novembro 2003. Assinada por Roberto Abolafio Jr, matéria de uma página sobre o 17º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Museu quer refletir diversidade da casa brasileira, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 18 de julho de 2003. Matéria de uma página, assinada por Maria Hirszman, fala sobre os projetos de Adélia Borges à frente do Museu da Casa Brasileira desde maio. Veja matéria
Museu da Casa Brasileira marca território, Folha de S. Paulo, Ilustrada, 12 de julho de 2003. Matéria de Fábio Cypriano aborda as exposições Meninas Geraes e Moradas do Brasil, e os planos da nova direção. Veja matéria
Mostra reflete sobre o ato de sentar e o desenho das cadeiras brasileiras, revista Projeto Design, São Paulo, fevereiro 2003. Matéria de quatro páginas sobre a mostra Uma história do sentar. Veja matéria
Modos de usar, revista Carta Capital, São Paulo, 31 de julho de 2002. Crônicas de Adélia Borges discutem consumo e design com clareza e bom humor, diz a jornalista Mara Gama, em matéria de uma página sobre o livro Design não é personal trainer. Veja matéria
Escrever sobre design A escrita de Adélia Borges, revista Abigraf, janeiro/fevereiro 2001. Artigo de uma página assinado por Claudio Ferlauto. Veja matéria
Alquimia, subversão e reciclo, revista Arc Design, São Paulo, nº 15, fevereiro 2000. Matéria de seis páginas de Maria Helena Estrada sobre a mostra Novos alquimistas. Veja matéria
Alquimia dos 90 é destaque no Itaú, Folha de S. Paulo, Ilustrada, 18 de novembro de 1999. Assinada por Mara Gama, a matéria apresenta a exposição Novos alquimistas. Veja matéria
Itaú Cultural mostra como arte é devorada, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno2, 26 de novembro de 1999. Antonio Gonçalves Filho assina a matéria sobre a exposição CotidianoArte: Consumo. Ocupa meia página. Veja matéria
Com a cara do Brasil, revista Época, novembro 1999. João Luiz Vieira assina matéria de uma página sobre a exposição e o lançamento de livro sobre Mauricio Azeredo. Veja matéria
Em busca da identidade, jornal O Povo, Fortaleza, 11 de outubro de 1998. Rodrigo de Almeida entrevista Adélia Borges por ocasião de sua estada em Fortaleza para dar aulas no Centro Design Ceará. Ocupa quase uma página. Veja matéria
Livro refaz trajetória de dez anos de prêmio, jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 17 de dezembro de 1996. Matéria de página inteira, assinada por Claudio Ferlauto, sobre o lançamento do livro Prêmio Design Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Mostra traz evolução da cadeira brasileira, Folha de S. Paulo, Especial A, 15 de dezembro de 1994. Matéria de Victor Agostinho sobre a exposição Cadeiras brasileiras, realizada no Museu da Casa Brasileira. Veja matéria
Maria Shollenbarger, Financial Times, 28 de janeiro de 2013. “Adélia Borges, the iconic design critic, put forward 100 designers, some of them virtual unknowns.”
Guto Requena, Folha de São Paulo, 10 de fevereiro de 2013.“Fui visitar a exposição Design da Periferia. Saí emocionado, com a certeza de ter visitado uma das melhores exposições de design a que já fui até hoje. A mostra traz, de maneira não romantizada (para gringo achar bonito), produtos feitos por pessoas comuns, pensados para resolver problemas do dia a dia (…). Acima de tudo, a mostra fala sobre brasilidade (não óbvia), comportamento, identidade, improviso, design honesto.”
Indrasen Vencantachellum, consultor, ex-diretor de Design e Artesanato da Unesco, Paris, postado em http://ridanet.org em 26 de novembro de 2012: “This densely illustrated book gives an account of the paths followed by Brazilian designers and artisans to create objects with clear identities and a high quality production. Beyond the concrete examples of the on-going process of revitalization of artisanal objects throughout Brazil, the author brings a significant contribution to the debate on design intervention in crafts. This book is of great interest for a broad range of readers, from design students and professionals to public and private craft promoters and managers of institutions involved in craft and social innovation projects.”
Irene Vermeulen, em CraftsCurator.com, postado em 10 de outubro de 2012: “This [Design + Craft: The Brazilian Path] is one of the first books on the subject of merging design and craft. It does not romanticize the renaissance of the handmade, but puts the development in perspective. Adélia Borges specifically talks about Brazil, but her insights are equally important to countries worldwide looking to revitalize their craft industry. A movement also going on in Europe, where companies and consumers are merging, where industry and makers are merging, where the mass-made and the unique are merging. This book tells the stories of those developments, by telling the stories of handmade design from Brazil.”
John Thackara, The Design Observer, postado em 20 de março de 2012. “(…) But this important book [Design + Craft: The Brazilian Path] is not just about desirable souvenirs. On the contrary, Borges’ commentary breathes new life into discussions about the relationship between designers and artisans in the south.”
Alessandra Simões, revista Voe Trip, março de 2012. “A jornalista e curadora Adélia Borges acaba de lançar uma obra definitiva sobre a cultura popular. Trata-se do livro Design + Artesanato: O caminho brasileiro, recheado de imagens e com exímio acabamento gráfico. O livro apresenta uma radiografia da crescente valorização do artesanato no Brasil e, para além de modismos, desvela aspectos inusitados.”
Baba Vacaro, Casa Claudia Luxo, edição de fevereiro de 2012 “[Adélia] transforma seu profundo conhecimento em texto cadenciado, gostoso de ler, que aproxima leitor e assunto de um jeito que – quando nos damos conta – estamos fisgados totalmente. Ela sabe como poucos usar as palavras. Um elogio rasgado ou uma crítica contundente saem da ponta de seus dedos como que a mimetizar a serenidade de sua presença. (…) Adélia nos guia por um desencadear de informações e reflexões indispensáveis para estudantes e profissionais ligados ao design, para gestores de projetos de revitalização do artesanato e também para todos que se interessam pelo potencial material e humano de nosso país. Sem intenção de catalogar extensivamente a produção de nosso objeto artesanal, Adélia escreve com liberdade, em primeira pessoa. Relata, exemplifica, questiona. Parte do afastamento entre design e artesanato para então construir sua aproximação.”
Alice Rawsthorn, Londres, no Twitter, em 12.1.2012. “Interesting analysis of Brazilian craft by Adélia Borges in her new book Design + Craft: The Brazilian Path, including tricky issues.”
Catharina Wrede, O Globo, edição de 10.2.2012. “Dedicada ao estudo do design há quase três décadas, a jornalista de formação – e amante das formas e de suas funções por opção – Adélia Borges resolveu olhar com atenção para o artesanato brasileiro.”
Walter Sebastião, Estado de Minas, edição de 10.2.2012.“Quem não conhece os livros de Adélia Borges não sabe o que está perdendo. Trata-se, praticamente, da única brasileira a escrever sobre design sem afetação, tecnicismos ou discursos mercadológicos, vício incorrigível quando o assunto está em pauta. (…) O belo volume [do livro Design + Artesanato], fartamente ilustrado, apresenta maravilhas. Produtos que todo mundo ama, mas, curiosamente, não observa em detalhes, curtindo a inteligência da realização. Ali estão aspectos essenciais para dar a devida consideração – e respeito – pelo Brasil profundo. Um país criador, apesar de todas as dificuldades.”
José Alberto Nemer, Belo Horizonte. “O livro [Design + Artesanato] está ótimo e a minha sensação é de alívio existencial. É maravilhoso constatar que alguém registrou – e bem – todas essas experiências, conquistas e inquietações que caracterizam o setor. Este livro já é referência e nasceu fadado a um belo futuro.”
Luján Cambariere, no jornal Pagina 12, Buenos Aires, edição de 4.2.2012. “El nuevo libro de Adélia Borges es un manifiesto inteligente por un futuro hecho a mano y con corazón. (…) Sus palabras, tan simples, llanas y contundentes, (…),están escritas desde la experiencia.”
Mara Gama, em resenha publicada na Folha de S. Paulo, 30.1.2012. “Design + Artesanato: O caminho brasileiro é um trabalho original, instigante, repleto de informações nunca antes reunidas, formando um recorte vivo sobre a cultura material do país.”
Janayna Ávila, no site Graciliano on line, Maceió, Imprensa Oficial de Alagoas, em 19.1.2012. “O livro [Design + Artesanato: o caminho brasileiro] radiografa a revitalização do artesanato brasileiro de forma extremamente cuidadosa e muito, muito bem ilustrada, o que é essencial numa obra sobre o tema. A aproximação entre design e artesanato, ideia central do livro, vem sendo debatida pela autora há muito tempo. (…) O nome da autora é garantia de qualidade, sobretudo por expressar o desejo de contribuir para a mudança.”
Mayumi Ito, Muzambinho, MG. “O livro é requintado, objetivo com amorosidade, de conteúdo rico e consistente.”
Ashoke Chatterjee, Ahmedabad, Índia. “The wonderful book Design + Craft: The Brazilian Path will be a very valuable addition to the resources of the Crafts Council of India. It comes at an important time when we are trying to work with our government on a much better appreciation of the sector than currently exists, despite so much talk over so many years about India’s great craft heritage.”
Indrasen Vencatachelum, Paris, França. “I want to congratulate you for your ‘Design + Craft’ so deeply documented and richly illustrated. I know how much hard work it has required and you can be proud of the result because I am sure it will serve as a reference book for all those involved in crafts development not only in Brazil but throughout Latin America.”
Fred Gelli, designer, Rio de Janeiro, 2011. “Em julho de 1992 recebi um fax do Design Center de Stuttgart com uma notícia que de alguma forma mudou a trajetória da Tátil. Nossa linha de papelão ondulado tinha sido indicada para fazer parte de um seleto grupo de 45 produtos inovadores como um computador da Apple, um carro da Fiat e uma câmera da Sony. No corpo do fax o nome da Adélia Borges aparecia como a jurada que havia nos indicado! Eu quase não acreditei, e esse foi apenas um dos momentos especiais da nossa carreira em que Adélia participou de forma decisiva! Desde 1989, quando ela dirigia a Design e Interiores e nós éramos estudantes, ela acreditou no nosso trabalho. De lá para cá, foram muitas as oportunidades de estarmos juntos com Adélia como amiga, referência e inspiração. Por isso é que, quando a marca que a Tátil fez foi escolhida como símbolo dos Jogos Olímpicos de 2016, fiz questão de ligar logo para ela para contar a novidade.”
Gina Gomes Machado, São Paulo, 2011. “O projeto do Pavilhão das Culturas Brasileiras, coordenado por Adélia Borges, é resultado de reflexão sólida, de equipe qualificada, para a formação de coleções integradas e representativas da diversidade cultural do país.”
Mônica Moura, na Revista dObras, São Paulo, 2010. “Adélia Borges é uma pessoa plural, com amplitude de pensamento ímpar; sabe observar, olhar, refletir e selecionar. (…) Sua experiência na grande imprensa, somada à imprensa de esquerda e à alternativa, conferiu-lhe uma visão política e social para pensar o design. [Ela tem a] peculiaridade de entender, refletir, comunicar e exercer o design em sua essência maior, sem fronteiras e sem preconceitos, trafegando entre instituições, comunidades artesanais e no meio profissional, no caminho entre o erudito e o popular, entre os profissionais consagrados e os jovens profissionais, entre a academia e o mercado de trabalho, entre o pensamento e a ação.”
Frederico Duarte, na Revista Icon, Londres, 2010. “Headed by the biennial’s curator-general, Adélia Borges, a group of researchers and experts put together its de facto landmark exhibition, Design, Innovation and Sustainability. (…) Didactic, but not preachy, extended captions often underlined the project’s shortcomings, inviting visitors to question each design in its complexity of materials, manufacturing and use. Borges’ other show, Reinventing matter, presented a close-knit selection of natural and man-made, recycled materials alongside some surprisingly refined applications.”
Luján Cambariere, no Jornal Pagina 12, Buenos Aires, 2010. “El futuro es hoy, ya se le escuchaba decir desde hace un tiempo a la queridísima y admirada Adélia Borges, periodista, directora del Museu da Casa Brasileira y hoy flamante curadora del evento más importante de la región: la Bienal Brasileira de Design 2010. (…)Hoy los ojos del mundo miran a Brasil. América Latina tiene el color, el ritmo, la frescura, pero fundamentalmente, los más importantes patrimonios ambientales del planeta y las mejores soluciones, esas que nacen de la necesidad.”
Alessandra Simões, no Jornal da Associação Brasileira de Críticos de Arte ABCA, São Paulo, 2010. “É impossível falar em design no Brasil sem tocar no nome da curadora Adélia Borges. Esta elegante mineira – que, por trás da aparente mansidão de sua fala cadenciada e olhar terno, esconde um vendaval de informações e experiências – virou a principal referência no setor com sua ampla atividade na divulgação do design brasileiro. (…) Seus textos – artigos, reportagens, catálogos e livros – foram publicados em alemão, coreano, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.”
Sergio Rodrigues, designer, Rio de Janeiro, 2010. “A Bienal Brasileira de Design 2010, com curadoria de Adélia Borges, foi, na minha opinião, um dos maiores eventos culturais do país, neste ano, não somente para profissionais ou interessados no design brasileiro, mas para qualquer público, com o mínimo de sensibilidade.”
Maria Helena Estrada, jornalista, São Paulo, 2010. “Poesia, liberdade, originalidade, colorido, tudo nosso. E a alegria de ver todo o Brasil representado. Os títulos de cada seção, além do humor e da pertinência Sustentabilidade: e eu com isso?, A que será que se destina?, traduzem o significado e a intenção do que há para ser visto. Parabéns a Adélia Borges e a toda a equipe que nos presenteou com esta Bienal.”
Jô Takahashi, gestor cultural, São Paulo, 2010. “Trata-se de uma exposição, a Bienal de Design, de tendências inéditas que entroniza o design brasileiro em patamares de extrema sintonia, não só com o gosto do contemporâneo, mas especialmente, com os novos valores de uma ética mundial em torno da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente. Trata-se de um primor de curadoria, que há muito tempo não via na cena expositiva.”
Nelson Petzold, designer, Porto Alegre, 2010. “A partir de uma visão histórica que já me permito ter, creio que a Bienal de Curitiba marcou o início da maioridade do design em nosso país.”
John Thackara, filósofo e jornalista, França, 2010. “The Biennial catalog is spectacular! So many new ideas, so much positive energy. It is an inspiration. Many congratulations on this enormous project.”
Zoy Anastassakis, antropóloga e designer, Rio de Janeiro, 2010. “Gostaria de parabenizar a iniciativa da Prefeitura de São Paulo, na figura do secretário Augusto Calil, e também a equipe que desenvolveu o projeto do Pavilhão das Culturas Brasileiras, na figura de Adélia Borges. Acredito que todos torcemos para que esse projeto se realize em toda a sua plenitude, contribuindo, assim, para a construção de perspectivas polissêmicas da cultura brasileira, proposta aqui, não mais no singular, e sim no plural, como culturas brasileiras.”
Claudio Ferlauto, designer, São Paulo, 2009. “Posso afirmar que Adélia Borges é tão designer quanto os designers que frequentam suas crônicas, seus ensaios e seus livros. Sua produção é diversificada e abrange curadorias de mostras à edição de livros. (…) Realizou primorosas exposições que revelaram para o público brasileiro as novas tendências e a quebra das fronteiras do design com outras áreas do conhecimento e da arte, como na mostra Os novos alquimistas, realizada nos anos 1990 no Itaú Cultural.”
Kathy Demos, diretora do National Design Centre, Melbourne, 2007. “Adélia Borges is a woman of acute sensibilities to, and perceptions of, design and culture in Latin America. For me, Adélia’s presentation was a potent and timely reminder that design relies less on economic and industrial capacities and more on history, traditions and ideas.”
Damien Wright, designer, Melbourne, 2007. “Listening to our guest from Brazil was a privilege and a pleasure. We have so much in common. Adélia’s ideas and expression have given me another way to think about my work. In particular the challenges of colonialisation, of cultural assertion and justice and how those issues resonate through craft and design.”
Camila Molina, jornalista, em O Estado de S. Paulo, 2007. “Sua saída [da direção do MCB ] é marcada por uma revitalização do museu dedicado ao design e à arquitetura (…). Já no primeiro ano de sua gestão, Adélia Borges conseguiu uma guinada na visitação do Museu da Casa Brasileira: por exemplo, em fevereiro de 2003 foram contabilizados 24 visitantes; em fevereiro de 2004, 3.973 – enfim, entre 2003 e 2006 a frequência cresceu 444%”.
Marcelo Araújo, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2007. “O projeto implantado por Adélia Borges e sua equipe no Museu da Casa Brasileira trouxe um aprimoramento importante para a conceituação do perfil daquela instituição, ao definir a arquitetura e o design como áreas patrimoniais prioritárias de atuação. Todas as ações de salvaguarda e comunicação – exposições, debates, prêmios, programas educativos e culturais – desenvolvidas pelo Museu no período de 2003 a 2006 se articularam plenamente com estes eixos, e se desenvolveram com o mais alto padrão de qualidade, transformando a instituição em um centro de referência nacional e internacional.”
Paulo Portella, coordenador do Serviço Educativo do Masp, São Paulo, 2006
“Incluí, com prazer, o Museu da Casa Brasileira no roteiro que gosto de fazer em São Paulo. Quando o visito, sempre me surpreendo com a sua transformação num local agradável, mais respeitável, atualizado, esbanjando competência e qualidade em todas as ações empreendidas.”
Fernão Bracher, empresário, São Paulo, 2006. “Como frequentador do Museu da Casa Brasileira noto nos últimos anos evidente evolução da instituição. Isso pode ser observado nos cuidados com o prédio, as peças do acervo e o jardim. As exposições ganharam nova dinâmica, e mesmo com uma maior variedade de temas a qualidade é sempre mantida.”
Paulo Mendes da Rocha, arquiteto, São Paulo, 2006. “Este Museu, nas mãos de Adélia Borges, transformou-se n’uma fluente fonte das emoções fundantes da cidade, a casa, a Casa Brasileira. A vida doméstica com suas ‘necessidades e desejos’ é a matriz da arquitetura e do urbanismo, de tudo o que se pode chamar o desenho da cidade. Da casa de cada um, com seus trens, até a cidade – uma casa para todos – há um infindável discurso, a história do homem e seu planeta, um Museu em movimento.”
Ruy Lindenberg, publicitário, São Paulo, 2006. “Acho o trabalho da Adélia Borges e da sua equipe para o Museu da Casa Brasileira simplesmente brilhante. E tudo começa pelo conceito que ela própria nos ajudou a criar: Pode entrar que a casa é sua. Ou seja, no meio do cimento, do barulho dos carros e da poluição da Av. Faria Lima, existe uma casa linda com um jardim maravilhoso que abre suas portas para os moradores desta cidade.”
Cyro del Nero, cenógrafo, São Paulo, 2005. “Assisti com grande prazer sua entrevista na televisão, cujo tema era Cadeiras. O que a cultura real pode manifestar em fluidez, segurança e graça, estava em você. Os diversos níveis informativos atingidos pelo que você disse, abrangiam um conhecimento que não era só do design. O real conhecimento é sempre antropológico. E você fez a oferta disso em tão rápido tempo. Receba meu abraço comovido pelas suas palavras e por sua imagem tão generosa.”
Mario Botta, arquiteto, na revista Ottagono, Itália, 2004. “I found a fascinating exhibit on ‘folk’ design at the Museu da Casa Brasileira in San Paolo that organized and displayed objects of everyday use made by artists/artisans from poorer classes in Salvador de Bahia. (…) The variety of this simple re-design is amazing with a direct and natural adherence to life’s needs; objects made with reused materials in which industrial cast-offs find a second life in a new process that starts a new from the objects abandoned by consumer society. This is a chapter in the infinite history of how humans manage to continually invent objects and tools to lighten the load of their daily work. I find it amazing how everything finds a simplicity and losts poetry just as happens in the creativity of great artists where every mark and every gesture seems indispensable.”
Gazeta do Povo, Curitiba, 3 de janeiro de 2003. “A mostra Uma história do sentar, com curadoria da designer Adélia Borges, chegou de mansinho. É uma das sete exposições inaugurais do Novo Museu, mas parecia não poder competir, em visibilidade, com o time de estrelas trazido para a exposição Matéria-prima, uma coletiva a cargo de Lisette Lagnado da qual fazem parte nomes como Tunga, Regina Silveira e Rosângela Rennó. Mas o público tem prestigiado com entusiasmo a engenhosa instalação das peças feita por Adélia, que adotou uma seleção livre, com licença para acomodar uma espécie de trono assinado pelo visionário modernista Flávio de Carvalho, de 1950, e produções de cunho artesanal – além de exemplares do design dos Campana e cia. Em paralelo, o grande painel em que se conta a evolução das cócoras à arte do bem-sentar faz com que mesmo os passantes mais distraídos grudem os olhos na linha do tempo que diverte ao mesclar antropologia, história, comportamento e, claro, design. Nota 10.”
José Alberto Nemer, artista plástico e curador, Belo Horizonte, 2003. “Comecei a ler o ‘Designer não é personal trainer’ e não consegui parar. Chego agora ao fim, com gosto de quero mais. Cada crônica do livro ultrapassa os limites de uma crítica localizada para ser uma análise ampla e profunda do cotidiano. Cada ideia lançada desperta, no leitor, uma cascata de outras ideias, intelectualmente instigantes e calorosamente solidárias. Quantas vezes, ao longo da leitura, não me contive em dar uma freada para sorrir de alegria, diante do achado e da exatidão.”
Ana Luiza Escorel, designer, no Jornal de Resenhas, Folha de S. Paulo, 2003. “Com a habitual fluência dos profissionais de seu setor, Adélia Borges disserta praticamente sobre qualquer tema que envolva o que se poderia entender como cultura do cotidiano, nela privilegiando o design e suas ramificações [no livro Designer não é personal trainer]. A escrita fácil e envolvente da autora é uma qualidade que cria elos importantes com um leitor de corte leigo e alarga a estreita faixa de expressão que nosso país tem reservado à atividade.”
Fernando e Humberto Campana, designers, São Paulo, 2002. “Adélia Borges foi a primeira jornalista a publicar sobre nosso trabalho e está sempre atenta ao novo no design brasileiro.”
Freddy Van Camp, designer, Rio de Janeiro, 2002. “O percurso profissional de Adélia Borges trilhou dois caminhos inovadores, o de jornalista de design e o de cronista de design. Com isto e sua tradicional competência, ela estabeleceu novos paradigmas para essas atividades, muito menos conhecidas do que a do próprio designer.”
Alexandre Wollner, designer, São Paulo, 2002. “Devo louvar a visão e pioneirismo da Gazeta Mercantil em contratar a excelente articulista Adélia Borges, dando maior espaço aos problemas do design numa mídia que fala diretamente ao empresário.”
Daniel Piza, em O Estado de S. Paulo, 2002. “Designer não é personal trainer, de Adélia Borges (edição charmosa da Rosari), reúne as colunas que ela escreveu para o caderno Fim de Semana da Gazeta Mercantil. É com satisfação que vejo o quarto livro que emana daquele caderno que editei. Adélia se soltou na coluna, mostrou que design está em tudo e atraiu atenção e debate para o assunto como ninguém mais.”
Mara Gama, na revista Carta Capital, São Paulo, 2002. “Com linguagem coloquial e clara, o livro faz pensar, diverte, critica e informa. A autora analisa costumes, aponta mitos, traz novas referências, reclama e mostra erros de projetos recorrentes em objetos de uso cotidiano. (…) Professora, editora, curadora de diversas mostras, júri de concursos, autora de quatro livros sobre design e respeitada como poucas vozes na área, Adélia conserva a curiosidade que ilumina seus textos. É com olhar de consumidora e cidadã que ela relata suas experiências com produtos e serviços.”
Roberto Ribeiro, no Diário Popular, Pelotas, 2002. “Ela é talvez a maior referência em design da imprensa brasileira. Uma unanimidade. Impressão que se confirmou para quem assistiu à palestra que Adélia Borges proferiu semana passada em Pelotas.”
Walter Sebastião, no jornal Estado de Minas, 2000. “Uma exposição que promete: Novos alquimistas (…). Não só pela proposta – design com materiais banais, componentes industriais deslocados de seu uso convencional ou a partir de reciclagem – mas pela mostra vir assinada por umas melhores curadoras brasileiras: Adélia Borges.”
Antônio Gonçalves Filho, em O Estado de S. Paulo, 1999. “A exposição [Novos alquimistas] (…) representa uma esperança ao inverter o circuito de consumo. Mantas feitas com fios de garrafas plásticas convertidos em flocos, cortinas feitas com fios de palha de milho e taboa, roupas feitas com escamas de peixe desidratadas e luminárias feitas com os restos da civilização mostram que ainda existe uma saída de emergência no inferno da sociedade industrial.”
Maria Helena Estrada, na revista Arc Design, 1999. “Foi com uma sensação de alegria que deixei a exposição Os novos alquimistas. O que mais chama a atenção é a unicidade, um seguro fio condutor que une a diversidade em um discurso coerente, habilmente costurado por Adélia Borges. Subversão do destino primeiro de determinados materiais ou componentes é o tema recorrente da mostra, seja esta realizada com a inversão de uso de objetos cotidianos ou a transmutação da matéria.”
